O satélite vai realizar uma das seis missões de observação da Terra do programa Planeta Vivo da Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês) e é a ferramenta mais avançada da história para "saber quanto gelo está desaparecendo das calotas polares", explicou o chefe de manutenção dos satélites do programa, Miguel Canela.
O CryoSat - nome inspirado na palavra grega 'kryos' (frio, ou gelo) - fornecerá informações, por exemplo, sobre a Corrente do Golfo, que provoca um aumento de seis ou sete graus na temperatura na Europa Ocidental "acima do que corresponderia pela latitude", relata Canela, e que provocaria alterações climáticas caso afetada.
Além disso, o satélite oferecerá dados com precisão de um centímetro sobre as variações da espessura do gelo, que pode alcançar cinco quilômetros na Antártida, e ampliará os conhecimentos sobre a salinidade dos oceanos.
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